terça-feira, 21 de julho de 2009

GRIPE INFLUENZA A H1 N1


A Gripe Suína é uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.
PERGUNTAS E RESPOSTAS:
PERGUNTA RESPOSTA
1.- Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa? Até 10 horas.
2. - Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos? Torna o vírus inativo e o mata.
3.- Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus? A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos) o vírus não voa e não alcança mais de um metro de distancia.
4.- É fácil contagiar-se em aviões? Não, é um meio pouco propício para ser contagiado.
5.- Como posso evitar contagiar-me? Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não estar com gente doente. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.
6.- Qual é o período de incubação do vírus? Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente.
7.- Quando se deve começar a tomar o remédio? Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%
8.- De que forma o vírus entra no corpo? Por contato ao dar a mão ou beijar-se no rosto e pelo nariz, boca e olhos.
9.- O vírus é mortal? Não, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.
10.- Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram? Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.
11.- A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus? Não porque contém químicos e está clorada
12.- O que faz o vírus quando provoca a morte? Uma série de reações como deficiência respiratória, a pneumonia severa é o que ocasiona a morte.
13.- Quando se inicia o contagio, antes dos sintomas ou até que se apresentem? Desde que se tem o vírus, antes dos sintomas.
14.- Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença? De 0%, porque fica-se imune ao vírus suíno.
15.- Onde encontra-se o vírus no ambiente? Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o virus pode ficar nas superfícies lisas como maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre que houver umidade. Já que não será esterilizado o ambiente se recomenda extremar a higiene das mãos.
17.- O vírus ataca mais às pessoas asmáticas? Sim, são pacientes mais suscetíveis, mas ao tratar-se de um novo germe todos somos igualmente suscetíveis.
18.- Qual é a população que está atacando este vírus? De 20 a 50 anos de idade.
19.- É útil a máscara para cobrir a boca? Existem alguns de maior qualidade que outros, mas se você não está doente é pior, porque os vírus pelo seu tamanho o atravessam como se este não existisse e ao usar a máscara, cria-se na zona entre o nariz e a boca um microclima úmido próprio ao desenvolvimento viral: mas se você já está infectado use-o para não infectar aos demais, apesar de que é relativamente eficaz.
20.- Posso fazer exercício ao ar livre? Sim, o vírus não anda no ar nem tem asas.
21.- Serve para algo tomar Vitamina C? Não serve para nada para prevenir o contagio deste vírus, mas ajuda a resistir seu ataque.
22.- Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível? A salvo não esta ninguém, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos.
23.- O virus se move? Não, o vírus não tem nem patas nem asas, a pessoa é quem o coloca dentro do organismo.
24.- Os mascotes contagiam o vírus? Este vírus não, provavelmente contagiem outro tipo de vírus.
25.- Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus posso me contagiar? Não.
26.- Qual é o risco das mulheres grávidas com este vírus? As mulheres grávidas têm o mesmo risco mas por dois, podem tomar os antivirais mas em caso de de contagio e com estrito controle médico.
27.- O feto pode ter lesões se uma mulher grávida se contagia com este vírus? Não sabemos que estragos possa fazer no processo, já que é um vírus novo.
28.- Posso tomar acido acetilsalicílico (aspirina)? Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, a menos que você tenha prescrição por problemas coronários, nesse caso siga tomado.
29.- Serve para algo tomar antivirales antes dos síntomas? Não serve para nada.
30.- As pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia se contagiam com o vírus? SIM.
31.- Uma gripe convencional forte pode se converter em influenza? NAO.
32.- O que mata o vírus? O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, álcool em gel.
33.- O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus? O isolamento.
34.- O álcool em gel é efetivo? SIM, muito efetivo.
35.- Se estou vacinado contra a influenza estacional sou inócuo a este vírus? Não serve para nada, ainda não existe vacina para este vírus.
36.- Este vírus está sob controle? Não totalmente, mas estão tomando medidas agressivas de contenção.
37.- O que significa passar de alerta 4 a alerta 5? A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus se propagou de Pessoa a Pessoa em mais de 2 países; e fase 6 é que se propagou em mais de 3 países.
38.- Aquele que se infectou deste vírus e se curou, fica imune? SIM.
39.- As crianças com tosse e gripe têm influenza? É pouco provável, pois as crianças são pouco afetadas.
40.- Medidas que as pessoas que trabalham devam tomar? Lavar-se as mãos muitas vezes ao dia.
41.- Posso me contagiar ao ar livre? Se há pessoas infectadas e que tosam e/ou espirre perto pode acontecer, mas a via aérea é um meio de pouco contágio.
42.- Pode-se comer carne de porco? SIM pode e não há nenhum risco de contágio.
43.- Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está controlado? Ainda que se controle a epidemia agora, no inverno boreal (hemisfério norte) pode voltar e ainda não haverá uma vacina.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

PROJETOS NA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA



APRESENTAÇÃO

Aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser são os princípios norteadores da educação para o século XXI. O CEFET para demonstrar sua preocupação com a ampliação de seus horizontes institucionais e visando ajudar na inclusão social vem desenvolvendo várias ações através dos projetos sociais.

Os projetos desenvolvidos constituem-se em ações pedagógicas voltadas para a formação de cidadãos conscientes e críticos, bem como o fortalecimento de uma política inclusiva.

A Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias – DIREC, com o apoio de sua Gerência e das demais Coordenadorias, vem demonstrando competência pautada em diretriz para a utilização da tecnologia como instrumento do desenvolvimento social.

A seguir, apresentamos uma síntese dos nossos projetos. Havendo interesse em partilhar conosco dessa visão de educação cidadã, junte-se a nós.

PRÓ-TÉCNICO FORTALEZA

Fruto de uma parceria com a prefeitura Municipal de Fortaleza e Universidade Estadual do Ceará, o projeto foi criado em 2004, para preparar os alunos do ensino fundamental da rede pública municipal para os exames de seleção do CEFETCE.
Anualmente, cerca de 900 jovens recebem aulas de Português, História, Matemática, Química e Biologia em unidades de ensino das Secretarias Executivas Regionais (SER´s). As aulas são ministradas por estudantes de licenciaturas da UFC, UECE e CEFETCE. Mais informações: (085) 3307 3635


PRÓ-TÉCNICO PIRAMBU

Com apoio do Movimento Emaús, desde 2002, o CEFETCE promove gratuitamente aulas de reforço escolar para os estudantes de escolas públicas do Pirambu, bairro carente de Fortaleza. A iniciativa transformou-se em projeto social e, hoje, mais de 40 estudantes são preparados regularmente para ingressar nos cursos Técnicos ou Integrados da Instituição.Além disso, a multinacional LG Electronics financia toda a estrutura de laboratórios e suporte didático para estudantes de duas turmas de cursos técnicos: Conectividade e Desenvolvimento de Software. Mais informações: (85) 32362082



PRÓ-TÉCNICO MARACANAÚ

Em setembro de 2005, o CEFETCE e a prefeitura de Maracanaú colocaram a disposição dos jovens do município do Distrito Industrial duas turmas preparatórias para o exame de seleçaõ do Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará.
Atualmente, 100 alunos se preparam para concorrer a uma das vagas dos cursos Técnicos que funcionam na sede da Instituição, em Fortaleza,e também ao curso técnico de Desenvolvimento de Software que funcionará, a partir de 2006, no município.
O projeto conta com o apoio de monitores universitários do CEFETCE e da UECE, que ministram as aulas no Centro de Treinamento de Maracanaú. Mais informações: (85)3307 3672


PROJETO ESCOLA FORA DA ESCOLA

Com a parceria da Secretaria de Educação do Estado do Ceará (SEDUC), o projeto mantém mais de 200 alunos do CEFETCE como monitores de atividades de reforço escolar em 90 escolas públicas estaduais participantes da Célula ‘Escola Viva’. Além das aulas de Português e Matemática, os estudantes da rede estadual participam de oficinas de Música, Artes Cênicas e Plásticas, Literatura, Ação Básica de Saúde, Cidadania Artesanato e Folclore.

A iniciativa constitui-se num programa de apoio à escolaridade com vistas a ampliar a jornada escolar e possibilita um grande crescimento pessoal e profissional para os atores envolvidos no processo. A experiência foi tão satisfatória que serviu de parâmetro para o CEFETCE incluir em seu currículo dos cursos de nível superior a disciplina Projetos Sociais. Mais informações: (85) 3307 3635.



PROJETO ESCOLA 24 HORAS(Aguardando Parcerias)

Em parceria com instituições públicas e privadas, este projeto inovador abre espaço para a qualificação e requalificação de trabalhadores desempregados.
As atividades são desenvolvidas durante a madrugada dos dias de terça-feira e quinta-feira, no horário das 23h às 5h do dia seguinte e aos sábados das 8h às 12 horas.
Participam do projeto professores aposentados e convidados.
Além da boa qualidade dos conteúdos ministrados, este projeto se reveste de simbolismo, ao mostrar para a sociedade que o serviço público, mediante uma instituição educacional de Educação Tecnológica Federal, cria um novo espaço para atender à imensa demanda social.
O projeto funciona desde 1999 tendo contado com parceiros como a Fundação Demócrito Rocha, Central Única dos Trabalhadores, Fortalnet, Cooperativa dos Eletricitários do CE-COOPELETRIC, Associação dos Jovens Empresários-AJE, Federação das Indústrias do Estado do Ceará-FIEC e Secretaria do Trabalho e Ação Social-SETAS.


PROJETO ESCOLINHA SANTA ELISA

O projeto foi iniciado em 1993, quando um grupo de servidores do CEFETCE decidiu contribuir para a melhoria do desempenho escolar de alunos da Escola Santa Elisa, localizada no bairro Pirambu. Atualmente, a iniciativa que conta com a parceria da Escola de Aprendizes Marinheiros do Ceará e Movimento Emaús, foi ampliada e cerca de 90 jovens estudantes da rede pública, a maioria em situação de risco, recebem aulas de reforço escolar e participam de atividades sócio-culturais e de integração familiar. Mais informações: (85) 32362083.




PROJETO RAINHA DA PAZ

Desde 2002, o CEFETCE contribui com a educação de jovens portadores de necessidades especiais da Escola Regina Pacis. Os inscritos no programa participam de aulas de Noções Básicas de Informática, nos laboratórios da Instituição, e de práticas desportivas e atividades artísticas (música, teatro, escultura), sob a orientação de professores do Regina Pacis e alunos do Centro Federal de Educação Tecnológica. Mais informações: (85) 3491 0056.

Página Principal
(ColegioReginaPacis.com.br)



PROJETO TERCEIRA IDADE

Voltado para a melhoria da qualidade de vida de pessoas da terceira idade, o projeto é desenvolvido por um grupo de professores de Educação Física do CEFETCE. Há cinco anos, são oferecidas turmas de ginástica gerontológica, hidroginástica e programação sócio-cultural, incluindo festas comemorativas, passeios turísticos e palestras. Atualmente, a iniciativa conta com mais de 500 participantes. Informações: (85) 3307 3635.



PROJETO AMOR SEGURO(Grupo em formação)

É uma parceria do CEFETCE com a Secretaria Municipal de Saúde que objetiva formar agentes multiplicadores em prevenção de DST/AIDS, preparando adequadamente os adolescentes nas questões referentes à sexualidade e às doenças sexualmente transmissíveis, especialmente a AIDS.



PARQUE DE FORMAÇÃO INTEGRAL DO TAPUIO

O Parque de Formação Integral do Tapuio, localizado no limite dos municípios de Eusébio e Aquiraz, tem por objetivo desenvolver atividades sócio-educativas, desportivas e culturais junto aos moradores daquela comunidade.
O Parque é composto por uma infraestrutura contando com cinco casarões denominados: CASA DA SENSIBILIDADE, onde são realizadas as atividades artísticas; CASA DA DIGNIDADE, onde são ministrados cursos profissionalizantes e outras atividades na linha da educação para o trabalho; CASA DO SABER, onde foi instalado um laboratório de informática para o ensino infanto-juvenil; CASA DA SABEDORIA, onde foi instalada a biblioteca e a CASA DO GOSTO, onde funciona a cozinha/refeitório e também é utilizada para apoio aos cursos de culinária.
Criada e mantida por uma Organização Não Governamental (ONG) é gerenciada por um Conselho Curador, cujo presidente veio ao CEFETCE em busca de apoio há cerca de um ano e meio.
Considerando que os nossos Projetos Sociais constituem uma ação pragmática de exercício da cidadania, com visão pedagógica clara de permitir que o nosso aluno seja capaz de entrar na realidade viva e, ao fazê-lo, aprender sobre si mesmo e sobre essa realidade, respondemos prontamente ao pedido, encaminhando um dos nossos alunos, que até hoje continua prestando serviços naquela comunidade.
Formado pela prática, o aluno, em convivência com sua realidade mais próxima, desenvolverá um posicionamento crítico diante do mundo e possibilitará uma ação concreta de intervenção social.
Só há avanços com quebra de paradigmas e isto exige comprometimento de nossa prática, enquanto cidadãos conscientes do processo de transformação.
Atualmente está sendo ministrado por um professor e um aluno monitor do CEFETCE, aos sábados à tarde, o Curso de Eletricista Instalador Predial para 25 pessoas.
No município de Aquiraz, em parceria com a Fundação de Formação Integral do Tapuio, alunos do curso superior de Mecatrônica do CEFETCE capacitam jovens e adultos da comunidade, por meio do curso básico de Eletricista Residencial. Mais informações: (85) 3260 2657.



Ilha Digital

Desenvolvido em parceria com a Secretaria Estadual da Ouvidoria Geral e do Meio Ambiente (SOMA), o CEFETCE disponibiliza, em sua sede, uma Ilha Digital que oferece serviços de Internet e impressão a baixo custo para a população local. A iniciativa faz parte do Projeto Ceará Digital que busca democratizar o acesso às tecnologias da informação. Mais informações: (85) 3307 3635.

PRÉ-VESTIBULAR AEROLÂNDIA

Em parceria com o Centro de Apoio ao Cidadão - CEACI, visando à realização do curso preparatório de pré-vestibular, destinado a alunos das Escolas de Ensino Médio das Redes Públicas Municipal e Estadual de Fortaleza, a fim de que os mesmos possam ingressar nos cursos universitários.
Hoje, 60 alunos recebem aulas de Física, Matemática, Química, Língua Portuguesa, Biologia e Geografia nos espaços físicos do CEACI. As aulas são ministradas por estudantes do CEFET, UECE e UFC


PROJETOS CONCLUÍDOS

Algumas boas idéias viraram, também, bons projetos, que, infelizmente, não puderam prosseguir por falta de parcerias.
Caso haja interesse, convocamos sua instituição para juntar-se a nós na filosofia de formação cidadã e retomarmos esses projetos.



PROJETO “O AMANHECER”

Em mais uma bem sucedida parceria com a Fundação Demócrito Rocha, executamos este projeto com o objetivo de oferecer aulas presenciais de reforço nas disciplinas de Português, Matemática e Física. As aulas foram ministradas na sede do CEFETCE, das 5h às 7h 10min, de Segunda a Sábado.


PROJETO CAPACITAÇÃO SOLIDÁRIA

Desde 1997 o CEFETCE é parceiro de comunidades da Região Metropolitana de Fortaleza na execução dos projetos aprovados junto ao PROGRAMA CAPACITAÇÃO SOLIDÁRIA.
Dentre eles destacamos os seguintes:
1.Associação Santo Dias – Curso de Informática
2.Associação do Conjunto dos Bancários – Projeto Energia Vital (Curso de Eletricista Instalador Predial)
3.Associação dos Amigos da Mangabeira – Curso de Refrigeração
4.Associação dos Moradores do Conjunto Tamandaré – Curso de Eletricista Instalador
5.Movimento Emaús Amor e Justiça – Curso de Eletricista Instalador Predial
6.Associação dos Moradores do Parque Sta. Cecília e Pirambu- Curso de Eletricista Instalador Predial


DOMINGO NA ESCOLA

O CEFETCE, o Desafio Jovem do Ceará, o DCE José Montenegro de Lima, formaram uma turma de multiplicadores para o trabalho de prevenção primária ao uso indevido de drogas e DST/AIDS.
Como o próprio nome do projeto diz, este trabalho foi realizado aos domingos com a participação das escolas públicas e privadas.



EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Atualmente há 360 mil jovens trabalhadores em nosso Estado com o Ensino Médio incompleto e sem tempo de freqüentar a escola.
Visando atender a essa demanda, o CEFETCE e a Fundação Demócrito Rocha firmaram um convênio com o objetivo de ofertar o Ensino Médio, na modalidade a distância.
Nessa linha, os docentes do CEFETCE das Áreas de Códigos e Linguagens, Sociedades e Cultura e Ciência e Tecnologia elaboraram os fascículos para o Ensino Médio veiculados como encarte do jornal O POVO.



GESTÃO DE SISTEMAS SIMPLIFICADORES DE ABASTECIMENTO D’ÁGUA - GESSA

Em convênio com a SUDENE, uma equipe de professores dos Cursos de Eletrotécnica, Mecânica e Química ministraram aulas práticas e teóricas nos municípios de Caridade, Paramoti, Canindé, Madalena, Boa Viagem e Cedro, atendendo cerca de 240 comunidades.Trabalhadores rurais foram capacitados para operação, conservação e manutenção de sistemas públicos simplificados de abastecimento d’água, assegurando a regularidade na oferta de água em condições de uso para consumo humano.



PROJETO SAPIRANGA

A credibilidade do CEFETCE enquanto Instituição Pública de Educação e o desinteresse quanto ao capital especulativo imobiliário, credenciou–nos a aceitar o convite para participar de uma ação educativa numa reserva ecológica.
O objetivo foi trabalhar a questão da educação ambiental com os jovens moradores das proximidades da Reserva Ecológica de Sapiranga, para desenvolver a consciência ecológica.
Este trabalho foi realizado em parceria com a Fundação Maria Nilva Alves.



PROJETO RETRIBUIR

Em parceria com uma Associação Comunitária do bairro Siqueira oferecemos oportunidade de capacitação aos jovens que, efetivamente, colaboram nos trabalhos comunitários.
Os participantes foram selecionados e acompanhados pelos dirigentes da Associação Comunitária. A idéia do projeto era que, por cada hora de capacitação oferecida pelo CEFETCE, o participante assumisse o compromisso de retribuir com trabalhos comunitários, prioritariamente, em creches ou com idosos, na comunidade local.


PROJETO ESCOLA NA PRAÇA

O resgate dos logradouros públicos como espaço de encontro das famílias e de desenvolvimento de atividades sócio-educativas e culturais, reuniu o CEFETCE, o SEBRAE e a Fundação Demócrito Rocha.
O lançamento, em alto estilo, contou com a participação do renomado jornalista e escritor Gilberto Dimenstein.
O objetivo do projeto era reunir estudantes do ensino fundamental das escolas públicas para realização de atividades lúdicas na Praça da Gentilândia.



PROJETO JOVEM GAZETEIRO 1 e 2

Em outra bem sucedida parceria com a Fundação Demócrito Rocha, o CEFETCE contribuiu para a formação dos agentes de informação (jornaleiros). Foram formadas duas turmas, sendo uma de mecânica (refrigeração) e outra de informática básica.



PROJETO NOSSO FILHO NO PRO-TÉCNICO

Este projeto proporcionou um benefício indireto ao servidor. Em parceria com a Associação de Servidores do CEFETCE-ASSETECE foram oferecidos cursos preparatórios para o Exame de Seleção do CEFETCE aos filhos, parentes ou afilhados dos nossos servidores.

FONTE:http://www.cefetce.br/Extensao/proj_sociais.htm




ALFABETIZAÇÃO SOLIDÁRIA
Integrada aos programas nacionais de alfabetização, a Fundação Edson Queiroz participa do Alfabetização Solidária, iniciativa que visa diminuir o analfabetismo no país. Seus parceiros são o governo federal, o projeto Comunidade Solidária, universidades, empresas e prefeituras municipais. Participam do programa alunos e professores do curso de Pedagogia, responsáveis pela alfabetização de 45 mil jovens e adultos e capacitação de 2 mil alfabetizadores. No Ceará o programa atua nos seguintes municípios: Alto Santo, Ibicuitinga, Ipu, Itapipoca, Tauá, Ipueiras, Itapiúna, Guaiúba, Quiterianópolis, Tamboril, Icapuí, Cascavel, Maranguape, Caucaia, Eusébio, Boa Viagem, Icó, Iracema, Jaguaretama, Jaguaribara, Jaguaribe, Limoeiro do Norte, Orós, Pereiro, São João do Jaguaribe e Tabuleiro do Norte.

Alargando sua atuação no programa Alfabetização Solidária, a Unifor atende a sete estados da federação: nas capitais de Pernambuco, Paraíba e Maranhão; no município de Rodolfo Fernandes, no Rio Grande do Norte; nos municípios de Canavieiras, Bertolínia, Sebastião Leal e Uruçuí, no Piauí; nos municípios de Nova Ipixuna, Tracuateua, Irituia, Igarapé-Açu, Canaã dos Carajás e Itaituba, no Pará; e no município de Carrasco Bonito, em Tocantins.

Arte e Cultura

Apoiar e incentivar a intensa movimentação artística e cultural do nosso estado é uma tendência natural da Fundação Edson Queiroz. Entendendo os movimentos culturais como significativos aliados da educação, a Fundação mantém quatro grupos de expressões artísticas, coordenados pela Universidade de Fortaleza: a Camerata, o Coral, a Companhia de Dança e o Grupo Mirante de Teatro. A participação desses grupos em eventos promovidos pela Universidade, bem como em diversos espetáculos na cidade e em outros estados, dá significado e reconhecimento à cultura e aos valores da nossa terra.

Campanhas Sociais

Sensibilizar a sociedade para as causas sociais é um dos compromissos da Fundação Edson Queiroz que ultrapassam os limites físicos da Universidade. Campanhas abordando temas de interesse coletivo, como reciclagem de lixo, preservação dos recursos não-renováveis, respeito aos portadores de necessidades especiais e à terceira idade, inclusão da criança na escola, voluntariado e doação de órgãos, amplamente divulgadas nos meios de comunicação da cidade,

FONTE:http://www.unifor.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=17&textCode=235&date=currentDate

quarta-feira, 13 de maio de 2009

OFICINA DE APROVEITAMENTO INTEGRAL DOS ALIMENTOS


O PROGEAL – Projeto do Grupo Espírita Ave Luz, visando dar continuidade aos trabalhos assistenciais, estará promovendo uma Oficina de Aproveitamento Integral dos Alimentos em dois domingos, 07 ou 14, no mês de junho de 2009, do horário das 8h às 12h, no GEAL. As vagas serão limitadas a 30 pessoas, sendo 15 por turma, devendo estas optarem por qual domingo lhe interessar.

As inscrições iniciaram-se dia 14 de Maio e prosseguirão até o dia 04 de junho, sempre às quintas-feiras e sábados, das 19h às 20h, na sede GEAL - Grupo Espírita Ave Luz, situado na Avenida A, nº 220 – Loteamento Nova Fortaleza - Jangurussu.

Os interessados devem preencher ficha-cadastro e contribuir com apenas 1 kg de Alimento não-perecível, com direito ao material didático e degustação. Os facilitadores serão os Engenheiros de Alimentos Rogério Bandeira1 e Tatiana Vidal2.

A oficina é destinada ao público do Jangurussu, às mães da evangelização infantil, aos assistidos pelo Programa de Assistência ao Idoso (PAI) e frequentadores do GEAL, mas qualquer pessoa pode participar.

Informações: (85)3269.0199/ 8779.0786

E-mail: aveluzespirita@gmail.com

Atenciosamente,

Equipe PROGEAL

sábado, 9 de maio de 2009

REVELAÇÃO BANDA " SKILLMOPH"

--------->Hérick Chagas-->Saulo Ribeiro-->Lucas Alysson-->André Luiz-------------------->------------>O COMEÇO
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A Banda SKILLMOPH surgiu em Fortaleza-CE no ano de 2006,composta por Saulo Ribeiro(guitarra e vocal),André Luiz(bateria),Mário(baixo),Iiago(guitarra).

Formação atual: Saulo Ribeiro (Guitarra e Vocal), André Luiz (Bateria), Hérick Chagas (Baixo) e Lucas Allysson (Vocal).
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Eu conhecí a Banda " Skillmoph " quando fui apresentado pelo Sr. Helder Loureiro (pai do baterista André Luiz), que sugeriu o convite para eles se apresentassem no I Encontro Jovem da Juventude Espírita Ave Luz, cujo tema do Encontro seria " Deus ". .

O Encontro foi ministrado pelo Palestrante Espírita Nilton Souza. Sugerimos a abertura com uma música sobre o Tema "Deus". O Vocalista/Guitarrista e Compositor Saulo Ribeiro compôs uma música exclusivamente para o evento a qual intitulava-se " Deus ", que vocês poderão conferir no vídeo do You Tube postado aquí no blog.

A repercusssão foi positiva, o Palestrante Nilton Souza fez bantantes elogios à Banda e solicitou que o mantenha informado sobre a sua trajetória e pediu também que enviassem pra ele as demais letras de músicas da banda.

A Banda já se apresentou pela segunda vez no Ave Luz, desta feita no 4º Encontro de Arte, Cultura e Espiritualidade e nos abrilhantou cedendo a sua voz para a releitura de uma música espírita intitulada " Súplica a Jesus " visto que o tema do evento era " Jesus o Maior Educador da Humanidade ".Quero deixar claro que a banda não segue a linha Gospel nem espírita.

Eu particularmente acredito na Banda porque eles têm identidade e estilo próprios, e personalidade é fundamental para uma banda que pretende firmar-se no meio artístico.

Vejo nas suas letras a inquietação própria do jovem em transformação e o questionamento constante com o mundo à sua volta, as reflexões da vivência com as pessoas ao seu redor, as desilusões e a busca por um mundo melhor pra se viver em paz.

Estou muito feliz em ter descoberto esses talentos e espero vê-los brilhando nos palcos da vida!
Grande abraço a todos!

Geraldo Mota Valintim
Administrador do Blog
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1. Eu E O Mundo
2. Friend's Song
3. Grandes
4. Inverno
5. O Céu É O Limite
6. Realidade Futura
7. Stand By Me
8. Deus
9. Hey Mana
10. Nova Embarcação
11. Um Lugar Pra Chamar de Meu
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--------------------------------->------------------->Conheçam um pouco da identidade da SKILLMOPH através das declarações de alguns dos componentes da Banda:

BAIXISTA Hérick Chagas:
Bom, como eu disse, eu tenho e eu sou o Baixista da Banda, é uma banda de Rock que se chama Skillmoph. Nós tocamos músicas de autoria própia e uma delas é essa aeh que chama-se "Inverno". Quem fez essa letra foi o vocalista e guitarrista da banda Saulo Ribeiro.


INVERNO

Eu vejo o sol a descansar
E a lua clarear essa noite de inverno
Eu tenho meus princípios, meus conceitos
Minhas virtudes, meus defeitos
Que até hoje eu guardo em mim

Tudo parece tão impossível
E me dói não poder lutar
Se o amor é mesmo tudo que existe
Então te fará acreditar que eu existo pra você

Porque eu abro os meus olhos quando o vento me tocar
Eu finjo mas eu fujo
Eu tenho medo de te amar
Eu sumo daqui
Eu vou voar pra algum lugar onde o amor exista

Eu abro meus olhos mas ninguém me vê
Eu fecho os meus olhos quando penso em você
Eu abro os meus olhos mas ninguém me vê
Nessa noite de inverno...

Espero que gostem da Letra, quem quizer acompanhar a banda, pode acompanhar pelo orkut nas comunidades da banda.

Abraço para todos :D
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--> O PENSAMENTO FILOSÓFICO DO VOCALISTA " SAULO RIBEIRO"
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Eu estou na travessia, onde a realidade e os sonhos colidem, mas quem disse que sonhos nao fazem parte da realidade?
A realidade na verdade é o que você sente, e nao o que você vê. O que você vê ao seu redor é o que está em todo canto, e o que você sente, é exatamente o que você acredita, e isso é uma coisa pessoal sua, independente do que seja... mundos, pessoas imaginárias, duas vidas vivendo em um tipo de sintonia enigmática e ainda desconhecida, onde você divide sentimentos com algo que você não conhece, e assim, você fica perto do Deus que lhe trouxe para viver tudo isso.
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--> BATERISTA e " Observador " André Luiz
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Eu sou mais um dos poucos caras que tentam mudar o maldito mundo em que vivemos, e a minha arma é a música, e serÁ com ela que nós da skillmoph mudaremos essas mentes alienadas. bgs
valeu galera!
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BLOG DA BANDA:
http://skillmoph.blogspot.com/

Comunidae Oficial da banda
http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=17134499

COMPONENTES:

SAULO RIBEIRO
http://www.1mundoemparticular.blogspot.com/
http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?rl=mfn&uid=5584442825096950631

ANDRÉ LUIZ
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=5528819272994861642

HÉRICK CHAGAS
http://herick-skillmoph.blogspot.com/
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=12362787397420272189

SkillMoph ABRINDO O PRIMEIRO ENCONTRO JOVEM DO GRUPO ESPÍRITA AVE LUZ COM A MÚSICA " DEUS "

DEUS
Skillmoph
Força... sua caminhada está no começo... Oh,oh!
Você precisa de amor
Mas... mesmo assim... por mais que você saiba que errou
Existe Alguém lá em cima que não pára de olhar você pra mim
Dias e noites nos teus sonhos e pensamentos
Sempre pare pra ajudar alguém que um dia não parou pra ajudar você
Pois em cada coração nasce uma força... chamada... Amor ,oh, oh!

Ele está em todas as canções
Habitando todos os corações
Inventor de todas as invenções... que há... de vir
Ele é o mestre o velho ancião
É a paz que vem em oração
O melhor Pai amigo que eu já tive é... o meu Deus

SkillMoph NO PRIMEIRO ENCONTRO JOVEM DO GRUPO ESPÍRITA AVE LUZ COM A MÚSICA " HEY MANA "

HEY MANA!
Skillmoph
Chamei a todos para ver você chegar
De um lugar, mágico
Que só os olhos de meu Deus
Viram além dos teus
Que agora chegaram aqui
Noites que acreditei estar no paraíso
Mas sentia falta de algo perto de mim, perto de mim
Hey Mana!
O que nós descobrimos é o que eu já sei Mana
Venha ver tudo que construímos sós
Quem quer lhe ver, eu já nem sei
Hey Mana!
O que nós descobrimos é o que eu já sei Mana
Venha ver tudo que construímos sós
Quem quer lhe ver, eu já nem sei
Algo que nem os reis poderiam comprar
Com todas as moedas do mundo
Sim, eles riram e falaram de mim
Devem falar, eles falarão de mim
Sempre me leve com você
Se por um acaso se perder
Hey Mana!
O que nós descobrimos é o que eu já sei Mana
Venha ver tudo que construímos sós
Quem quer lhe ver, eu já nem sei
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Basta vocês pesquisarem no Google " skillmoph " que encontrarão vários link´s sobre a banda, bem como letras das músicas. Poderão ainda ouvir algumas músicas da Banda.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

NOSSA PROGRAMAÇÃO AOS DOMINGOS

->> VEM AI A 4ª SEMANA DE ARTE, CULTURA E ESPIRITUALIDA DO GRUPO ESPÍRITA AVE LUZ

O Grupo Espírita Ave Luz comemora 17 anos de atividade com uma semana inteira de palestras, estudos e apresentações artísticas. A programação começa na segunda-feira, dia 13 de abril, e prossegue até o domingo, dia 19, com uma série de atividades em torno do tema Jesus, o maior educador da humanidade.

Durante a semana, o evento acontece todos os dias das 19h30 às 21h30, com exposição de tema e apresentação musical. No sábado, o horário é das 8h30 às 12h e das 14h30 às 21h30. E no domingo, o encerramento, acontece das 9h às 12h, com uma supresa programada para o final.

Eis a programação completa, que acontece sempre na sede da instituição, à Avenida A, 220, Loteamento Nova Fortaleza - Jangurussu, próximo ao campo do Conjunto Almirante Tamandaré:

Dia 13

Pedro Patriota (CE): Jesus, o maior educador da humanidade

Luís Verão: apresentação musical

Dia 14

Alcides Lopes (CE): Meu reino não é deste mundo

Grupo Musical Gotas de Orvalho: apresentação musical

Ercília Braga (CE): Há muitas moradas na casa de meu pai

Dia 15

Exibição do filme Os Órfãos

Dia 16

Válter Borges (MG): Parábola do semeador

Grupo Cativar: apresentação musical

Dia 17

Válter Borges (MG): A fé transporta montanhas

Grupo VEM: apresentação musical

Dia 18

Sandra Araújo (CE): Bem aventurados os puros de coração

Ken Williams: apresentação musical

Válter Borges (MG): Espiritismo e Cristianismo (adultos) e Jesus no templo (jovens)

Cantar É Viver: apresentação musical

Romário Fernandes (CE): Jesus e a educação para a morte (jovens) e Bem aventurados os aflitos (adultos)

Espírito de Arte: apresentação musical

Dia 19

Banda Skillmoph: apresentação musical

Válter Borges (MG): Fala aos Jovens sobre Jesus

Grupo Musical Gotas de Orvalho: apresentação musical

Teddy Williams: contação de histórias às crianças
Ao longo da programação, haverá ainda dinâmicas de grupo, evangelização infantil e feira de livros. Maiores informações: (85) 3269-0199 / 3081-7847 / 8779-0786 / 8780-7942. O evento é uma promoção da FEEC e da União Distrital Espírita 5, com realização do Grupo Espírita Ave Luz (GEAL) e do Instituto de Pedagogia Espírita do Ceará (IPE).

quinta-feira, 5 de março de 2009

Os desafios do trabalho em equipe


Várias cabeças sempre pensam melhor do que uma. Quando isso não acontece é porque elas não estão trabalhando em time

Era uma vez três lavradores que trabalhavam juntos. Cada um tinha uma função: o primeiro era encarregado de abrir buracos na terra; o segundo jogava as sementes dentro deles; a tarefa do terceiro era ir tapando os buracos que já tinham sementes. Certo dia, o primeiro e o terceiro lavradores estavam trabalhando. Um homem que passava pelo local viu os dois e perguntou: “Mas o que é que vocês estão fazendo?” Eles responderam: “Estamos plantando sementes”. O homem, então, comentou: “Mas que sementes?!!! Vocês não repararam que o encarregado de jogá-las não veio trabalhar?” Essa é a história que Magali Bredariol, gerente de RH e desenvolvimento organizacional da Stefanini, empresa de tecnologia da informação com matriz em São Paulo e unidades na Europa, nos Estados Unidos e na América Latina, costuma contar quando alguém lhe pede uma definição sobre o que é trabalho em grupo. O que, para ela, é bem diferente de trabalhar em equipe. “Costumo dizer que equipes são grupos que evoluíram”, define. Parece jogo de palavras? Magali jura que não é e dá mais um exemplo para explicar sua teoria: Charles Chaplin em Tempos Modernos, de 1936, filme que retratava a vida urbana nos Estados Unidos nos anos 30. Quem não se lembra daquela famosa cena em que ele apertava parafusos sem parar? “Numa linha de produção, as pessoas trabalham em grupo, mas não em equipe. O trabalho que elas fazem, na verdade, é individual, só que realizado lado a lado. Nesse sistema, cada um se preocupa em fazer seu trabalho – e só”, comenta Magali. O trabalho em equipe pressupõe que os membros do time saibam o que os outros estão fazendo e, dependendo do caso, possam até substituir o colega. No grupo é cada um por si. Já a equipe funciona na base do um por todos e todos por um!

Paula Caproni, professora da Michigan Business School e autora de Treinamento Gerencial (editora Makron), também é adepta da teoria de que a diferença entre grupos e times ultrapassa as questões semânticas. “Embora grupos e equipes sejam compostos de indivíduos trabalhando em nome de objetivos comuns, os times tendem a desenvolver uma meta coletiva que vai além daquela que a organização determinou para eles”, escreveu ela em seu livro.

Quando a união fez a força

As equipes fazem parte da vida das empresas. Historicamente, o trabalho coletivo ganhou força na última metade do século 20. “Em decorrência da Segunda Guerra Mundial, as pessoas começaram a se preocupar mais com o espírito democrático”, diz Fela Moscovici, consultora e mestre em psicologia social. Foi nas décadas de 50 e 60 que começaram a pipocar os primeiros conceitos de liderança participativa. O psicólogo Kurt Lewin, que desenvolveu pesquisas importantes no campo da psicologia social, definiu três tipos de liderança: democrática ou participativa, autocrática e anárquica. Nessa última o líder não atua, criando uma falsa idéias de que há democracia. “Na linha de produção, por exemplo, a liderança é autocrática”, explica Fela, que escreveu A Organização por Trás do Espelho (José Olympio Editora). As equipes pressupõem uma liderança democrática. Mas nem sempre é possível distinguir isso com clareza, pois, muitas vezes, o líder precisa tomar decisões drásticas, sem que haja tempo para chegar a um consenso. Digamos que a empresa baixou a norma de que é preciso cortar radicalmente os gastos. O líder pode até discutir com o time onde poderá fazer os cortes, mas o corte em si já está decidido.

Se fôssemos situar o trabalho em equipe no processo evolutivo profissional, teríamos primeiro o individuo; depois, o grupo; e, na ponta, a equipe. A máxima de que duas cabeças pensam melhor do que uma é verdadeira desde os primórdios da humanidade. “Além da eficiência, a afetividade que aparece no grupo também precisa ser levada em conta”, diz Fela. Segundo ela, o ser humano se relaciona com os outros basicamente em dois níveis: no cognitivo e no socioemocional. Nesse sentido, a experiência de trabalhar em grupo é muito rica, pois propicia essas duas vivências. Acontece que um grupo não se torna uma equipe naturalmente, por decurso de prazo. É preciso muito esforço e dedicação. Um time é um time quando passou do estágio em que busca apenas resultados financeiros. Existe a preocupação real com o bem-estar das pessoas. “Em uma equipe deve haver sinergia, e isso é muito mais do que a soma dos esforços individuais”, comenta Fela. Como ela escreveu em seu livro, nas equipes de alto desempenho, que são o modelo ideal, as competências emocionais têm tanta importância quanto os fatores técnicos e cognitivos. Autoconsciência, controle emocional, intuição, empatia, comunicação eficiente e relacionamento sadio entre os membros do grupo – tudo isso entra no rol da competência emocional da equipe. Paula Caproni diz que os times de alta performance têm seis características básicas:

1- Limites precisos – Todos sabem quem pertence ou não ao time. Da mesma maneira, a equipe é reconhecida pelos outros como uma unidade organizacional.

2- Objetivos comuns – As metas dizem respeito à equipe, e todos reconhecem e assumem a responsabilidade por seu cumprimento.

3- Papéis diferenciados – Cada membro do time deve dar sua contribuição individual à equipe.

4- Autonomia – A liberdade para realizar o trabalho é uma marca registrada das equipes.

5- Dependência dos recursos externos – Os membros da equipe sabem que dependem de outras equipes ou indivíduos para conseguir informações, recursos e apoio. Enfim, eles valorizam tudo o que possa ajudá-los a cumprir seus objetivos.

6- Responsabilidade coletiva – Recompensas e feedbacks são uma constante, principalmente para o time como um todo.

Tudo é prioridade

O trabalho em time pode ser olhado por dois aspectos: um se refere à atividade; o outro, ao processo. A atividade se relaciona com a esfera do trabalho, das regras, da rotina, da técnica, do que vai ser realizado para produzir determinado resultado. Os gestores que privilegiam a atividade costumam exercer o tipo de liderança conhecida como científica ou técnica. Já o processo explica como a atividade será feita e tem a ver com as competências emocionais. “O processo inclui a maneira subjetiva como as pessoas se relacionam para atingir as metas”, completa a consultora Rosa Bernhoeft, da Alba & Bernhoeft Associados, de São Paulo. É o que está fora do manual, não é controlável. A liderança científica só enfoca o procedimento técnico da gerência e pode levar a muitos equívocos.

A culpa não é só das empresas, nem dos líderes. Pesquisas mostram que os profissionais brasileiros só se sentem seguros se souberem exatamente o que vão fazer no trabalho. Eles sentem muita dificuldade de abrir mão de seus padrões para recriar o trabalho. E abrir mão de padrões tem tudo a ver com o processo – algo que o líder do time nunca pode subestimar. Aliás, nem tanto ao processo nem tanto à atividade. Na verdade, o líder tem de procurar estabelecer o equilíbrio entre esses dois aspectos. Senão, um dia pode descobrir que está à frente de uma equipe que vive discutindo a relação, mas esquece que tem objetivos a cumprir. Metodologia de trabalho, reengenharia, gestão de projetos pertencem ao campo da atividade. Em tese, não há problemas nessa dimensão porque ela é objetiva e lida com planos bem definidos. “Quase tudo é previsível e passível de resolução”, diz Rosa. As dificuldades que podem surgir têm a ver basicamente com falta de recursos, de informação e de técnica – o que pode ser solucionado com relativa facilidade. Por outro lado, no campo do processo encontra-se a parte intangível do trabalho em equipe. Aqui, começa-se a lidar com significado, motivação e o que faz as pessoas sair da cama todos os dias para ir trabalhar. No plano da atividade, a individualidade não existe. Já no plano do processo as diferenças individuais precisam ser muito bem administradas. “Ter bom senso e cuidado é fundamental para lidar com as pessoas”, diz o designer carioca Fred Gelli, da Tátil Design, empresa do Rio de Janeiro que trabalha com equipes criadas a partir de projetos.

Campo minado

Uma característica do trabalho em equipe refere-se ao processo de tomar decisões. “Decidir em grupo costuma ser mais demorado porque é preciso chegar a um ponto em que todos, ou pelo menos a maioria, concordem”, diz Luiz Carlos Barchechen, coordenador de RH da Landis+Gyr, nova razão social da Siemens Metering, a campeã da edição 2002 do Guia EXAME das 100 Melhores Empresas para Você Trabalhar. No entanto, depois que se chega a uma conclusão, implementar o que foi decidido é mais rápido e fácil do que nos casos em que as decisões vêm de cima para baixo.

A composição da equipe também é um ponto-chave do trabalho coletivo. “Quanto mais multifuncionais forem as pessoas, melhor”. Especialistas costumam ter uma visão muito situacional”, diz Barchechen. Da mesma forma, não pode haver um gap técnico muito grande entre os membros da equipe. “Todos têm se estar alinhados no que se refere ao conhecimento. Senão, fica difícil manter a sinergia”, diz Edmar Oliveira, coordenador técnico de uma equipe da Stefanini. Quando isso não acontece, o grupo rejeita naturalmente o individuo que não está exercendo suas funções como deveria. É quase como se houvesse um mecanismo auto-regulador que também entra em ação quando aparece alguém com o ego inflado. “Não adianta insistir: tem gente que simplesmente não tem perfil para trabalhar em equipe, seja porque prefere realizar sua tarefa individualmente, seja porque não gosta nem um pouco da idéia de dividir seu sucesso com os outros”, comenta Barchechen.

Ainda assim, é preciso levar em conta a máxima de Nelson Rodrigues “Toda unanimidade é burra”. Um pouco de polêmica não faz mal a nenhuma equipe – aliás, ao contrário, pode ser até melhorar o trabalho. Por isso, são bem-vindos os profissionais dotados de senso crítico mais aguçado e até mesmo aqueles que têm certo gosto para a competição. Já pensou no trabalho feito por pessoas que pensam e agem exatamente da mesma maneira? É totalmente previsível. Essa ausência de conflito, aliás, é uma das armadilhas do trabalho em time. Quem diz isso é o consultor Patrick Lencioni, autor de Os 5 Desafios das Equipes (editora Campus). Segundo ele, essas armadilhas aparecem naturalmente e devem sempre ser administradas em conjunto, por que não se trata de problemas isolados. No livro, Lencioni também sugere o que o líder pode fazer para tentar contornar essas situações delicadas. Atitudes que, em muitos casos, podem perfeitamente ser adotadas pelos integrantes do time. Afinal, em uma equipe todos estão por todos. Então, não custa tentar!

1- FALTA DE CONFIANÇA – A confiança é a base do trabalho em equipe e não é conquistada de um dia para o outro. As pessoas precisam se sentir à vontade umas com as outras, a ponto de conseguir mostrar sua vulnerabilidade e, muito importante, devem ter certeza de que seus pontos fracos jamais serão usados contra elas. Quando não há preocupação com a autoproteção, as pessoas voltam sua atenção para o trabalho que precisam realizar.

O que o líder pode fazer: O ponto de partida para corrigir a falta de confiança é mostrar a própria vulnerabilidade. Se o líder, que é o exemplo, agir dessa maneira, os membros do grupo também vão se sentir compelidos a fazer o mesmo. E que isso não seja uma encenação. Senão, pode dizer adeus à confiança! “A auto-exposição, inclusive a minha, é uma constante. Precisamos aprender com os erros”, diz Oliveira, da Stefanini.

2- FALTA DE CONFLITO – Em alguns casos, o consenso exagerado não vem do fato de as pessoas do grupo terem um perfil parecido ou de concordarem em tudo. Às vezes, o que está por trás disso é a falta de confiança. Inseguros quanto ao que os outros pensam sobre eles, os membros do time automaticamente começam a fazer o que podem para evitar polêmicas. Grupos que funcionam assim, geralmente têm reuniões mornas e desinteressantes, em que os comentários paralelos correm soltos.

O que o líder por fazer: Deixar que as pessoas resolvam seus conflitos é o melhor jeito de fazê-las aprender a lidar com situações difíceis. Existem conflitos que são saudáveis porque contribuem para o crescimento individual e coletivo. Então, o líder só deve interferir quando for realmente necessário.

3- FALTA DE COMPROMETIMENTO – Equipe que não debate seus problemas abertamente tem dificuldade em se comprometer com as decisões. A concordância é apenas de fachada, porque as pessoas não se envolvem com a decisão.

O que o líder pode fazer: É preciso levar a equipe a concluir o que se propôs a realizar e, muito importante, dentro do prazo estabelecido. O líder também deve encarar com naturalidade o fato de que algumas de suas decisões podem, com o tempo, se revelar erradas.

4- FALTA DE RESPONSABILIDADE – Se não existe um plano claro de ação, dificilmente vai haver comprometimento real do grupo. Logo, as pessoas vão evitar assumir qualquer tipo de responsabilidade, como, por exemplo, chamar a atenção de um colega cujo desempenho está comprometendo o trabalho do time.

O que o líder pode fazer: O trabalho em equipe vai de vento em popa quando todos sabem o que todos estão fazendo e conseguem acompanhar a evolução do trabalho. Isso ativa o mecanismo de auto-regulação do grupo. Assim, não caberá só ao líder, mas a todos os componentes do time, cobrar pela execução de tarefas que ainda não foram realizadas. Instituir prêmios pela performance coletiva também é um bom jeito de estimular o senso de responsabilidade.

5- FALTA DE ATENÇÃO AOS RESULTADOS – Essa quinta disfunção é conseqüência direta das outras quatro. Ela pode aparecer quando os membros da equipe começam a colocar suas necessidades individuais acima das metas coletivas. Também não é producente quando a equipe se contenta com o simples fato de existir e se apóia nisso. Nesses casos, as metas geralmente são relegadas a segundo plano.

O que o líder pode fazer: Cabe ao chefe a tarefa de determinar a disposição que as pessoas devem ter para o trabalho e para atingir os resultados. Se ele mesmo não dá mostras de entusiasmo, de que se importa com o assunto, como pode esperar algo diferente do time?

Sem estabelecer pactos de convivência, nada feito! Essa é a orientação que o consultor Luis Fernando Cortoni, professor do Instituo Vanzolini (USP) e sócio-diretor da LCZ Desenvolvimento e Organização de Pessoas, em São Paulo, geralmente dá a seus clientes. Para isso, o grupo precisa se reunir de tempos em tempos e colocar as cartas na mesa. “As condições, expectativas e percepções individuais precisam ser explicitadas e negociadas. Sempre levando em consideração a situação em que o grupo se encontra no momento“, diz ele. Isso engloba metas, divisão de papéis e o relacionamento interpessoal e com o chefe. Como se vê, trabalhar em equipe pode ser muito simples, mas também muito complicado. Depende do ponto de vista.

Elas sabem das coisas
Quando o assunto é trabalhar em equipe, as formigas dão uma aula de time. Elas vivem numa sociedade organizada e sabem exatamente o que fazer pelo bem comum. Detalhe: não precisam receber ordens para agir. Quando estão em ação, a sincronia entre as formigas é tão perfeita que elas parecem funcionar como células do mesmo corpo. São a prova viva de que a união tem tudo a ver com a força. Juntas, são capazes de fazer o que não dariam conta de realizar se estivessem sozinhas.

Teoria na prática
Estes livros podem ajuda-lo a entender melhor a dinâmica do trabalho em equipe – seja você o líder ou não

1) A Organização por trás do Espelho, de Fela Moscovici (José Olympio Editora) – Reflexões interessantes sobre questões do trabalho que nem sempre são visíveis a olho nu.

2) Treinamento Gerencial, de Paula Caproni (editora Makron) – Fundamentos da gestão, que também interessam a quem ainda não está à frente de uma equipe.

3) Os 5 Desafios das Equipes, de Patrick Lencioni (editora Campus) – Usando como ponto de partida a história da Decision Tech, uma empresa fictícia de tecnologia, e Kathryn, a CEO recém-empossada, Lencioni descreve o que considera as cinco disfunções das equipes e propõe atitudes que ajudam a consertar a situação.

4) Equipes de Alta Performance, de Jon R. Katzenbach e Douglas K. Smith (editora Campus) – A partir do que consideram os seis princípios básicos do trabalho em equipe, os autores formulam orientações e sugerem exercícios para facilitar o trabalho em time.


Fonte: Revista Você S/A – junho de 2003 – pg. 54 a 63 – Jornalista: Márcia Rocha